INTERPRETAÇÃO DAS EMOÇÕES
Quando voltamos a atenção para as nossas emoções, achamo-las óbvias e algo misteriosas. Elas são o estado da nossa mente que melhor conhecemos e lembramos com melhor clareza, podemos sentir as nossas emoções de forma consciente e sabemos que as sentimos. Por vezes não sabemos de onde vêem, podem mudar de repente ou lentamente, e as suas causas podem ser evidentes ou obscuras. Por vezes não sabemos porque razão acordamos “com os pés de fora“, podemos ser amistosos ou violentos por razões contrárias às que guiam as nossas ações. No entanto as nossas emoções parecem ter a sua própria agenda, por vezes com ou sem a nossa participação direta.
QUANDO NOS TORNAMOS EMOCIONAIS?
A grande maioria do tempo, e para alguns de nós durante todo o tempo, as nossas emoções servem-nos bem, através da mobilização para lidarmos com aquilo que é mais importante para nós e nos nutre com as mais diferentes formas de satisfação, gozo e bem-estar. Mas por vezes as nossa emoções colocam-nos em apuros. Isto acontece quando as nossas reações emocionais são inapropriadas, numa das 3 formas que descrevo a seguir:
- Mostramos e sentimos a emoção apropriada, mas com a intensidade incorreta. Exemplo, a preocupação é justificada, mas reagimos de forma excessiva e ficamos terrificados.
- Sentimos a emoção apropriada, mas expressamo-la da forma errada. Exemplo, a nossa zanga é justificada, mas remetermo-nos ao silêncio foi contraproducente e infantil.
- Sentimos a emoção errada. Nem a nossa reação é demasiado intensa, nem a nossa forma de expressão é incorreta. Exemplo, O problema não é porque estamos demasiado receosos, ou que mostramos isso de forma errada, o problema é que posteriormente percebemos que não deveríamos ter ficado com medo.
SUGESTÃO
Em situações de ações impulsivas, agressivas ou fora do nosso controlo deliberado, para reverter e/ou inibir este processo, dever-se-á controlar os comportamentos inadaptados, que consiste essencialmente num processo de modelagem de acções apropriadas, auto-instruídas explicitamente pela própria pessoa. Por exemplo, no treino para pensar antes de agir, enquanto executa a tarefa ou se expõe à situação problemática, deverá verbalizar em voz alta para si próprio as auto-instruções de aprendizagem e controlo seguindo uma ordem preestabelecida.
FONTE DE PESQUISA: COMO SER UM CAMPEÃO NA SUA VIDA
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