SAÚDE E TRABALHO
PODEM CAMINHAR JUNTOS?
MUITAS VEZES, OS PROBLEMAS DE SAÚDE SÃO ASSOCIADOS À MÁ
QUALIDADE DE VIDA E AO ESTRESSE DO TRABALHO. TRANSFORMAR A
REALIDADE E FAZER A DIFERENÇA EM UMA ATIVIDADE COM A QUAL A
PESSOA SE IDENTIFICA PODE SER A CHAVE PARA A CONQUISTA DA SAÚDE.
Nos dias de hoje, dois grandes conjuntos de
problemas parecem despertar a atenção das
pessoas quando pensam em trabalho: problemas
de desempenho e de saúde. O primeiro
tem impacto imediato nos sistemas
de gestão, pois o desempenho é uma das
principais formas como as pessoas contribuem para o desenvolvimento
das organizações e de suas próprias carreiras.
Quando há dificuldades de desempenho, resultados são ameaçados. Sempre que isto ocorre, dispara-se uma corrida para identificar as causas do problema e a melhor forma de resolvê-lo. Em geral, há investimento e estímulo nas organizações para a instauração de programas de melhoria contínua e monitoramento sofisticado dos níveis de aproveitamento. Basta ver o quanto se gasta somente com treinamento e desenvolvimento de funcionários.
Quando há dificuldades de desempenho, resultados são ameaçados. Sempre que isto ocorre, dispara-se uma corrida para identificar as causas do problema e a melhor forma de resolvê-lo. Em geral, há investimento e estímulo nas organizações para a instauração de programas de melhoria contínua e monitoramento sofisticado dos níveis de aproveitamento. Basta ver o quanto se gasta somente com treinamento e desenvolvimento de funcionários.
Mesmo sendo graves, os problemas de saúde nem sempre
afetam diretamente os resultados e não costumam
ser tratados em regime de urgência. Infelizmente, muitas
pessoas os associam com os velhos e batidos rótulos
da qualidade de vida e do estresse, diminuindo sua gravidade,
ou, ainda pior, transferindo a responsabilidade da
recuperação para a própria vítima (estresse se cura com
um bom fim de semana longe do trabalho, por exemplo).
Sofre-se pelo coletivo, mas cura-se pelo individual.
Tentando agir de forma diferente, muitas empresas
criam “ofurôs corporativos” na expectativa de maquiar
problemas que elas mesmas geram, mas não têm interesse
de resolver. Em geral, isto implica em trade-offs que
as empresas não estão dispostas a assumir, por exemplo,
negociar mudanças nos critérios de desempenho e produtividade
em nome de um maior equilíbrio entre trabalho
POR PEDRO F. BENDASSOLI - MAIS INFORMAÇÕES ACESSEM>>>





