VÍDEO MEMÓRIA

domingo, 26 de fevereiro de 2017

CULTURA MUSICAL...TEMA DE HOJE: O CAVAQUINHO.

O MESTRE DO CAVAQUINHO: DUDU NOBRE



QUER SABER COMO APRENDER A TOCAR CAVAQUINHO, É SÓ CLICAR NA IMAGEM E VOCÊ TERÁ O MESTRE DUDU NOBRE COMO INSTRUTOR.





VEJA QUEM É DUDU NOBRE:


Nascido no Rio de Janeiro, em 06 de novembro de 1973, João Eduardo de Salles Nobre, o “Dudu Nobre”, é um dos artistas maisrespeitados da música popular brasileira. Hoje compositor e cantor consagrado, Dudu teve o primeiro contato com instrumentos musicais ainda na infância. Aos cinco anos de idade, sempre apoiado pelos pais — o engenheiro João Nobre e a camareira Anita Nobre, começou a tocar cavaquinho, peça que tornou—se a "companheira" de Dudu para todas as horas. 

Ao perceberem que o filho tinha realmente potencial para a música, João e Anita resolveram inscreve—lo em aulas de piano clássico. Dali em diante, Dudu passou a conciliar os estudos com os ensaios e não largou mais a musica. A decisão foi acertada. 
Afilhado de samba do mestre Zeca Pagodinho, Dudu Nobre caiu nas graças do publico ao gravar clássicos como "Tempo de Dom—Dom”, "Goiabada Cascão” e “A Grande Família”.

GRAÇAS AO SEU TALENTO E SUA HISTÓRIA DE SUCESSO, ELE NOS PRESENTEIA COM BELOS MOMENTOS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA.

 A HISTÓRIA DO CAVAQUINHO:
cavaquinho (também chamado braguinhabragamachetemachetinho ou machete-de-braga) é um instrumento da família dos cordofones. Originário do Minho, norte de Portugal, mais tarde foi amplamente introduzido na cultura popular de Braga pelos nobres Biscainhos e de onde foi depois levado para outras paragens como Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Hawaí e Madeira.
Nenhum instrumento é tão brasileiro quanto o cavaquinho. Os portugueses só tiveram o trabalho de inventá-lo, porque todo o resto da história deste belo instrumento só pode ser contada aqui no Brasil. Cavaco, cavaquinho, braguinha, braga, machete ou machetinho, não importa como você o chama, este pequeno instrumento já alegrou muita gente.

Tocado desde os tempos do Brasil colonial, o cavaquinho participou ativamente da gênese do lundu, considerado nosso primeiro gênero popular. Foi quando o Cavaquinho formou dupla com o pandeiro, aliás, até hoje se tocarmos dois violões e pandeiro, os sons não se compactam. Só quando entra o cavaquinho é que essa base, tão usual na música brasileira, passa a funcionar satisfatoriamente.

Mas com o surgimento do samba na década de 1910, que o cavaquinho se consagrou, virou instrumento indispensável, tanto nos desfiles das escolas de samba, quanto na intimidade da criação do sambista.

Waldir Azevedo é o mais conhecido músico de choro que tocava esse instrumento. Considerado, ainda em vida deste, como seu sucessor, o músico paulista Roberto Barbosa, mais conhecido por Canhotinho, é hoje considerado uma das principais referências no instrumento, por ter aprimorado a técnica deixada por Waldir Azevedo. Canhotinho é há cerca de 40 anos o arranjador do renomado conjunto de samba Demônios da Garoa.

As ilhas do Havaí têm um instrumento baseado no cavaquinho chamado Ukulelê, também com quatro cordas e um formato semelhante ao do cavaquinho, que se julga ser uma alteração do cavaquinho, levado por emigrantes portugueses em 1879.

Como não poderia ser diferente, o Cavaquinho tornou-se uma experiência artesanal, é feito do jeito que dá, com madeiras e mão de obra que estão disponíveis. Sendo assim, encontram-se cavaquinhos das mais diferentes madeiras e com os mais rudimentares erros de construção até os dias de hoje.

Porém, há alguns anos, fábricas como Giannini e Rozini, resolveram colocar a mão na massa, e otimizaram o processo. Começaram a criar Cavaquinhos com madeiras nobres como Jacarandá, Pinho Suéco, Imbuia entre outros.